segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Brasil,meu Brasil!

Brasil, meu Brasil!

Como é bom estar de volta. As férias foram maravilhosas. A Europa tem muita história e é muito linda! Mas o Brasil é o meu porto seguro.

Impossível não fazer comparações. E nessas, o Brasil saiu ganhando.

Atendimento? Nota 1.000.000.000 para o Brasil, e olha que achamos que deixamos muito a desejar. Calcule o que vi na Europa entre Itália e França, principalmente Itália.

Em Pádua, em uma sorveteria, após os clientes pagarem e escolherem o sabor, por terem demorado mais que 30 segundos para escolher, colocou um sabor e mandou que saíssem do estabelecimento. Isso ocorreu com algumas pessoas que faziam parte da excursão. Mas isso é apenas um dos episódios que relato para que façam idéia do que foi encontrado por lá.

Outra coisa que me chamou a atenção é que não vi atuação ou indício que tenha alguma fiscalização sanitária por lá. Os alimentos são manipulados de qualquer jeito, mal acondicionados e nas feiras livres tem comidas prontas abertas sem proteção nenhuma, muito menos refrigeração. Se pega no dinheiro e no alimento ao mesmo tempo.

É bom sair e ver que estamos mais avançados, em alguns aspectos, que alguns representantes do 1º mundo. A meu ver, já somos do primeiro escalão em termos de atendimento, cordialidade, cuidado com os alimentos e organização.

Se as estruturas físicas estiverem prontas, estaremos aptos para receber bem os visitantes que vem para a Copa de 2014, mesmo que a linguagem dos sinais seja a mais utilizada.

Estão se perguntando se volto para estes países? Volto sim. Amei a viagem. Amei a paisagem. Amei as cidades. Amei tudo. Mas amo muito mais nosso Brasil.

Sandra Lazzaris

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Marés...

Altas e baixas. Todo dia a mesma hora. Regidas pela Lua. Abundante água dançante. Já nós, feitos 90 % de água também variamos dia a dia.Será a Lua? A pineal? Que mexem com a gente? Não só meus caros...

O emocional, as experiências, as atitudes, as expectativas, as imposições,o SIM, o Não, o TALVEZ, o natural e o sobrenatural. Tudo isso interdepende.

Fazemos esforço pra ficar "UP", para cima, na maré alta. Uns alcançam mais facilmente outros batalham, batalham e alcançam outros desandam, ficam "DOWN", para baixo. E não tem antidepressivo que dê jeito.

Para mim o frio também contribui para que eu fique triste, encorujada, sem vontade de nada. Nasci para a Luz, para o Sol, para o calor, para o amor. Batalho para atingir o amor porque moro no Sul do Brasil e o restante nos é presenteado em poucos dias veranis.

Trabalho, trabalho e só sobrevivo. Saúde? Tenho sim. Isso já me deixa feliz. Mas quero mais. E essa roda vida que me prende, não me deixar ver à frente.

Tá e daí? Vocês podem perguntar, pois todo mundo quer o melhor. "Off course", mas pelo menos estou bradando, pensando em algo para fazer. Já sei o que me prende...

O "Money", o dia a dia, a rotina. Não nasci rica materialmente, apenas bem espiritualmente. "Great" ! É só isso que levamos depois de morrer não é? Então para que querer mais? Ah, mas apenas bem, ainda não desprendida e vitoriosa espiritualmente.

Maré baixa hoje!

Aí, Dona Natureza, Dona Lua, intercedam na porção líquida e levantem a maré. To precisando!!!!!!


 


 


 


 


 


 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Sempre é tempo!

Então já estamos no meio do ano de 2011. Todos seguindo seu destino e fazendo escolhas.Tudo caminhando em ondas previsíveis, sem altos e baixos.Sim, esta é a vida que conhecemos...

Será que é só isso? Pergunto constantemente. O que fazer para mudar?

Esta inquietação é latente no peito. Não aceito esta forma robotizada. Tudo bem que é mais tranqüila, mais fácil de se lidar hora por hora!

Mas nesse embalo se esquece de viver de verdade, de buscar a felicidade, de ter prazer no fazer acontecer...

Não vou dizer que me arrependo de não ficar me arriscando todo o tempo e nem de ficar dando a cara para bater todos os dias, pois assim lido mais fácil comigo e com a vida.

Mas, também arrisco. Luto por conseguir o que eu quero. Principalmente no nível pessoal. Claro que já bati muitas vezes com a porta na cara e ainda assim não me dei por vencida, pois sei que se uma porta se fecha, ainda tem outras para tentar e ainda várias janelas que podem ser abertas numa mesma casa (situação).

Teimosia?Hum, não sei. É vontade de acertar, de viver...Sobreviver.

Claro que o emocional vira gangorra! Lágrimas as vezes percorrem a face e o riso e a luminosidade da felicidade também.

Ainda quero viver muitas experiências! Continuar aprendendo, ganhando e perdendo também. Claro, hehehe, como boa mortal, quero mais é ganhar. Ser vitoriosa nas pequenas e grandes batalha.

Tem muita coisa que me entristece, não vou negar. A distância física é uma delas. Contrabalançar com as lembranças é a regra, mas o face a face, com tudo o que vem com ele deixa tudo muito melhor.

Estar bem emocionalmente facilita o enfretamento do resto do dia a dia.

E, ainda na metade de 2011, com 48 anos, busco o equilíbrio do emocional, do pessoal, da mãe, da amiga, da trabalhadora e de todos os títulos que um ser humano possa ter nesta altura da vida.

Lute, busque, procure, equilibre...Sempre é tempo!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mãe


Mãe.
Aquela mulher,
Que vira do avesso,
Faz tudo com apreço.

 
Não tem tempo ruim.
De dia e de noite...
Faz tarefas sem fim,
Sem alarme e com deleite.

 
É ama,
Motorista, Médica, Enfermeira,
Psicóloga, Lavadeira, Cozinheira,
Costureira, Instrutora e ainda Companheira!

 
Dá carinho,
Puxa orelha,
É porto seguro e
Não se chateia!

 
Mas ,não se esqueça...
Mãe também é mulher,
Precisa de amor e carinho como outra qualquer!

 
Sandra Lazzaris

quarta-feira, 30 de março de 2011

Bar do Celso - Gazeta do Povo

Bar do Celso - Gazeta do Povo Cada dia, via internet, um jeito novo de alcançar o público. Vale a pena conferir. Sandra

sexta-feira, 11 de março de 2011

Você sabe que fazer se uma Tsunami te alçancar?

Uma onda e muitos estragos...

Muita gente perde tudo relativo a bens materiais e até humanos. A única coisa que não perde, para quem não perdeu a vida, é a essência do ser humano. Machucada, mas pronta para se reerguer e lutar.

Hoje vendo a Tsunami no Japão e a propagação dela me fiz esta pergunta:

- Você sabe o que fazer se uma Tsunami te alcançar?

E, vi que racionalmente não sei.

Na verdade sei o que gostaria de fazer. Era estar junto das pessoas que gosto. Poder dizer o quanto são importantes, que sem elas a vida não tem sentido. Estar longe da correria do dia a dia, me dedicando a elas.

Porque , na verdade, a correria do dia a dia, os compromissos e a distância fazem com que a vida seja como uma bola de neve ou um leve Tsunami, muitas vezes não permitindo as ações que deveriamos ter como chefes de família (pai, mãe), como família (filhos e parentes chegados), como amigos, como seres humanos verdadeiros...

Bateria de trabalho de 14, 15 horas por dia, atualização e descanso já preenchem o dia de 24 horas.

Sim, trabalho faz parte da vida!

E, se um Tsunami verdadeiro te pega na esquina? Sem chance de recomeçar?

O que pensar?


Sandra Lazzaris

Sonhadora, sim.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A imagem conta!

Somos vistos e analisados em todos os grupos aonde atuamos. Nossa imagem (o que passamos para o conjunto) é importante. É nosso cartão de visitas.

É nossa fotografia e nosso raio-X.

Devemos sempre passar o melhor de nós mesmos para o meio. Ou melhor, sempre devemos buscar ser o melhor que podemos.

A imagem influi significativamente. Por isso sempre gostamos e valorizamos o bonito, o bem feito...Quem vai comprar uma fruta sempre escolhe a mais bonita, a mais firme, a mais cheirosa e deixa de lado as machucadas ou podres.

O objetivo de cuidar da imagem é evitar que ela fique machucada ou podre. Que ela seja rejeitada ou descartada.

Se você vem construindo e mantendo uma boa imagem. Mantenha.Respire fundo, conte até 10, vá dar uma volta, antes de tomar uma atitude que manche sua imagem. Pois uma vez manchada é quase impossível que se possa limpar.

Cuide de você! A aparência, a fala, as atitudes, as ações contam pontos para sua imagem.
Lembre que você é seu cartão de visita. Você é seu produto.

Um bom parâmetro para ver se você está fazendo certo e ter em mente sempre se você compraria você se você estivesse à venda como produto, como pessoa, pai, mãe, irmão ou profissional.

Tire uns minutos do dia e reflita sobre isso.

Sua imagem pessoal e profissional reflete o que você é.


Sandra Lazzaris
Especialista em Marketing pela UFPR